A importância de um plano de transformação digital bem estruturado para o setor elétrico

Por que criar um plano de transformação digital bem estruturado para o setor elétrico?

Uma pesquisa do Centro de Tecnologia Aplicada da FGV (FGVcia), publicada recentemente, apontou que o Brasil tem 450 milhões de dispositivos digitais (entre smartphones, notebooks, tablets e computadores). A transformação digital já está em curso. Só em smartphones em uso, são 242 milhões de aparelhos. E este processo envolve mudar a mentalidade de gestores de empresas, com o uso de mais tecnologia.  O objetivo é melhorar o desempenho. E esta transformação digital também alcançou o setor de energia elétrica.

Mas, é preciso que ela seja realizada de forma estruturada. O relatório do Plano Nacional de Energia (PNE 2050), redigido pelo Ministério de Minas e Energia (MME), revela que o segmento pode crescer em 3,3 vezes até 2050. A transformação digital é apontada como um dos principais fatores para este crescimento.

Há algum tempo, o setor energético passa por mudanças como a descarbonização de matrizes energéticas, com o objetivo de redução das emissões de gases de efeito estufa (GEE), e a descentralização dos recursos energéticos. Esta descentralização é um modo de produção independente, sustentável e local.

Um outro aspecto é o comportamento do consumidor e o surgimento de novos modelos de negócio no setor energético. O consumidor também passa a fazer parte da geração de energia.  Muitas tecnologias têm surgido para aumentar a eficiência como soluções de Inteligência Artificial, Computação em Nuvem, IoT (Internet of Things), Big Data, Data Analytics, Blockchain, entre outras.

Grande consumidor de energia

Hoje, o sistema elétrico brasileiro é o maior da América Latina. E o país ocupa a oitava posição entre os maiores consumidores de eletricidade do mundo. De acordo com Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), em 2022, o país ultrapassou os 185 gigawatts (GW) na capacidade de geração.  E do total em operação, 83,26% correspondem a usinas que geram a partir de fontes renováveis (como água, ventos e a luz solar).

Mas a adoção de novas tecnologias precisa de estrutura e treinamento. A primeira etapa é identificar os possíveis problemas e dificuldades enfrentadas e definir as prioridades. No processo, podem ocorrer dificuldades técnicas e a resistência a mudanças por parte dos envolvidos.  Também é preciso averiguar quanto as melhorias contribuem para melhorar o relacionamento com os clientes ou a performance dos colaboradores.

 Sucesso no atendimento ao cliente

Um case de sucesso no setor elétrico é a da Companhia Paranaense de Energia, Copel, que é a maior empresa do Estado. A Copel atende diretamente a 4.515.938 unidades consumidoras em 394 municípios e 1.113 localidades paranaenses. 

Quando procurou a DataInfo, a companhia precisava de sistema para integrar e otimizar os processos de atendimento ao consumidor. A solução foi o desenvolvimento de um software customizado para sua Ouvidoria: o Sistema de Gestão de Ouvidoria da Copel. O software de controle e operação da Ouvidoria tem como objetivo solucionar os desafios de plataforma de atendimento ao cliente e as limitações, fornecendo agilidade no atendimento.  

O novo sistema, além de atender às expectativas iniciais, acelerou em 20% a resposta ao cliente e melhorou o trabalho interno dos colaboradores. Também chamou a atenção da ANEEL, para ser expandido para outras companhias de energia e para uso pelo próprio órgão regulador.

Entre os diferenciais do projeto está a possibilidade de acessar o sistema via smartphone. Também reduziu a perda de informações, com o registro único de toda situação. A integração dos sistemas permitiu a agilidade nos prazos.

Também houve um ganho de eficiência e produtividade, o que levava 10 dias chegou a reduzir para dois.


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